CALCULO ESTEQUIOMETRICO PDF

Es el cбlculo de las cantidades de reactivos y productos de una reacciуn quнmica. Definiciуn Informaciуn cuantitativa de las ecuaciones ajustadas Los coeficientes de una ecuaciуn ajustada representan: el nъmero relativo de molйculas que participan en una reacciуn el nъmero relativo de moles participantes en dicha reacciуn. Por ejemplo en la ecuaciуn ajustada siguiente: la producciуn de dos moles de agua requieren el consumo de 2 moles de H2 un mol de O2. Por lo tanto, en esta reacciуn tenemos que: "2 moles de H2, 1 mol de O2 y 2 moles de H2O" son cantidades estequiomйtricamente equivalentes.

Author:Shakacage Kajar
Country:Niger
Language:English (Spanish)
Genre:Education
Published (Last):16 June 2015
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Eliecilia F. Serafim uma reao qumica nada mais do que a unio e separao de tomos. Dalton deu um grande passo na elaborao de um modelo atmico, pois foi o que instigou na busca por algumas respostas e proposio de futuros modelos. Apesar de um modelo simples, Dalton deu um grande passo na elaborao de um modelo atmico, pois foi o que instigou na busca por algumas respostas e proposio de futuros modelos. Ler paginas 26, 71 - da obra: Brady James, E. Rio de Janeiro: LTC, Os gregos antigos foram os primeiros a propor, filosoficamente, que a matria formada por pequenas partculas, as quais chamaram tomo, que significa indivisvel.

Leucipo a. Demcrito, discpulo de Leucipo, por volta de a a. Demcrito postulou que todos os tipos de matria era formada a partir da combinao de tomos de 4 elementos: gua, ar , terra e fogo. O modelo da matria descontnua foi rejeitada por um dos grandes filsofos da poca, Aristteles, o qual afirmava que a matria era contnua, isto , a matria vista como um "todo inteiro" contrastando com a idia de que a matria era constituda por minsculas partculas indivisveis.

A partir do sculo XIX, aconteceu um grande nmero de descobertas e teorias a respeito da natureza dos tomos: Faraday, estudando a eletrlise, lanou a idia de que a eletricidade estivesse associada aos tomos; Rentgen descobriu os raios X; Becquerel descobriu a radiatividade; Marie e Pierre Curie descobriram os elementos rdio e polnio. Em meio a este acmulo de evidncias, ficava cada vez mais claro aos cientistas que o tomo deveria ser algo mais que uma bolinha macia muito pequena.

A idia dos gregos de que a menor partcula da matria deveria seria uniforme e indivisvel comeava a cair por terra. Em , John Dalton, props a idia de que as propriedades da matria podem ser explicadas em termos de comportamento de partculas finitas, unitrias.

Para ele o tomo era uma partcula elementar, a menor unidade de matria, como esferas minsculas, macias, rgidas, indivisveis,impenetrveis e indestrutveis. Nessa idia todos os tomos de um mesmo elemento qumico seriam iguais, em massa, tamanhos e demais qualidades.

Os postulados principais Teoria Atmica de Dalton so: a matria formada por partculas extremamente pequenas chamadas tomos; os tomos so esferas macias, indestrutveis e intransformveis; tomos que apresentam mesmas propriedades tamanho, massa e forma constituem um elemento qumico; tomos de elementos propriedades diferentes; diferentes possuem Em , o fsico ingls Joseph John Thomson , pesquisando descargas eltricas de gases em alto vcuo, e com a radioatividade, descobriu os eltrons.

Ele ento, sugeriu um modelo atmico. Segundo ele, como a tendncia da matria ficar neutra, o nmero de cargas positivas teria que ser igual ao nmero de cargas negativas. O modelo atmico de Thomson consiste em uma esfera carregada positivamente e que eltrons de carga negativa ficam incrustados nessa. Esse modelo foi apelidado de pudim de passas ou ainda como modelo do bolo de ameixa.

Nele, o tomo composto de eltrons embebidos numa sopa de carga positiva, como as passas num pudim. Acreditava-se que os eltrons distribuiam-se uniformemente no tomo. O modelo de Thomson foi superado aps a experincia de Rutherford, quando foi descoberto o ncleo do tomo, originando um novo modelo atmico conhecido como modelo atmico de Rutherford.

Outras modificaes no tubo de raios catdicos, feitas pelo cientista alemo Eugene Goldstein, conduziram idia da existencia de outra partcula subatmica, vezes mais pesado que o eltron e dotada de carga eltrica igual dele, s que com sinal positivo. Para essa nova partcula, foi proposto o nome prton. Assim, ao final do sculo XIX, com a descoberta do eltron em , do prton em , e do nutron, em , j estava comprovado que o tomo no era indivisvel e que mesmo o modelo de Thomson era incompleto, uma vez que no explicava vrios fenmenos.

Rutherford concluiu que o tomo deveria ser formado em sua maior parte de espaos vazios. Desenvolveu, ento, o chamado modelo atmico planetrio, no qual o tomo seria comparado a um sistema solar. Segundo esta teoria, o tomo teria: - O ncleo de carga eltrica positiva, que seria muito pequeno e com grande massa em relao ao todo.

Baseado nessas observaes experimentais, Bohr elaborou um novo modelo atmico cujos postulados so: - Na eletrosfera os eltrons no se encontram em qualquer posio. Eles giram ao redor do ncleo em rbitas fixas e com energia definida. As rbitas so chamadas camadas eletrnicas, representadas pelas letras K, L, M, N, O, P e Q a partir do ncleo, ou nveis de energia representados pelos nmeros 1, 2, 3, Nessas condies o tomo se torna instvel.

Dizemos que o tomo se encontra num estado excitado; - Os eltrons de um tomo excitado tendem a voltar para as amadas de origem.

Quando isso ocorre, ele devolve, sob a forma de onda eletromagntica, a energia que foi recebida na forma de calor ou eletricidade. Representaes do modelo atmico de Rutherford A falha do modelo de Rutherford mostrada pela teoria do eletromagnetismo, de que toda partcula com carga eltrica submetida a uma acelerao origina a emisso de uma onda eletromagntica.

O eltron em seu movimento orbital est submetido a uma acelerao centrpeta e, portanto, emitir energia na forma de onda eletromagntica. Essa emisso, pelo Princpio da conservao da energia, faria com que o eltron perdesse energia cintica e potencial, caindo progressivamente sobre o ncleo, fato que no ocorre na prtica. Esta falha foi corrigida pelo Modelo atmico de Bohr.

Baseado na concepo de Rutherford, o fsico dinamarqus Niels Bohr idealizaria mais tarde um novo modelo atmico. No inicio do sculo XX era fato conhecido que a luz branca luz solar, por exemplo podia ser decomposta em diversas cores.

Isso conseguido fazendo com que a luz passe por um prisma. No caso da decomposio da luz solar obtm-se um espectro chamado espectro continuo. Este formado por ondas eletromagnticas visveis e invisveis radiao ultravioleta e infravermelho. Na parte visvel desse espectro no ocorre distino entre as diferentes cores, mas uma gradual passagem de uma para outra.

O arco-ris um exemplo de espectro contnuo onde a luz solar decomposta pelas gotas de gua presentes na atmosfera. Como a cada onda eletromagntica est associada certa quantidade de energia, a decomposio da luz branca produz ondas eletromagnticas com toda e qualquer quantidade de energia. No entanto, se a luz que atravessar o prisma for de uma substncia como hidrognio, sdio, nenio etc. Este caracterizado por apresentar linhas coloridas separadas. Em outras palavras, somente alguns tipos de radiaes luminosas so emitidas, Esses postulados permitem explicar a existncia dos espectros de emisso descontnuos: como o eltron s pode ocupar determinadas rbitas, as transies eletrnicas ida e volta do eltron ocorrem em nmero restrito, o que produz somente alguns tipos de radiao eletromagntica e no todas como no espectro contnuo.

Sabia-se no sculo XIX que a luz exercia efeito sobre alguns metais, removendo eltrons de uma chapa metlica lisa no vcuo.

Esse fenmeno ficou conhecido como efeito fotoeltrico. Quando um tomo absorve energia de uma fonte externa, alguns de seus eltrons ganham energia e so elevados a um nvel de energia maior. Esse fenmeno chamado de salto quntico. Diz-se que o tomo se encontra num estado excitado. Alguns dos nveis de energia mais baixos ficam livres e, assim, um eltron pode cair de um nvel mais alto para um nvel de energia mais baixo.

Quando Isso acontece, a energia absorvida pelo eltron liberada na forma de fton de radiao eletromagntica, com um comprimento de onda diferente do original. Esse fenmeno chamado de fluorescncia.

Muitas substncias ficam fluorescentes quando atingida por luz ultravioleta, a qual no podemos enxergar - vemos apenas a luz de baixa energia produzida pela fluorescncia. O fton, portanto, corresponde diferena entre dois nveis de energia de um eltron, quando este realiza um salto quntico. Uma vez que a energia do fton quantizada, o comprimento de onda tambm deve ser quantizado, ou seja, s pode um par especfico de nveis em um ter um valor discreto e fixo.

Cada transio eletrnica entre tomo contribui para a produo de uma linha individual no espectro daquele elemento. O ponto mais fraco da teoria atmica de Bohr reside na sua concepo de um modelo atmico planetrio modificado no qual cada nvel quantizado de energia corresponde a uma rbita eletrnica circular, especfica e estvel, com raio quantizado. Outros mais tarde estenderam o modelo de Bohr a rbitas elpticas. Por razes que se tornaro evidentes adiante, no falaremos mais em eltrons percorrendo rbitas ao redor do ncleo.

Como Bohr encarou o fato de que os eltrons no irradiam energia continuamente, o que causaria o colapso no tomo? Em primeiro lugar, desde que a energia de um eltron quantizada, a radiao contnua no possvel, pois a energia do eltron teria de variar continuamente para que o eltron fosse capaz de perder energia continuamente.

Em segundo lugar, Bohr foi capaz de mostrar que a menor energia utilizvel para um eltron no zero. Ele interpretou isto como significando que h um tamanho mnimo permitido para a rbita de um eltron. Embora os conceitos de rbitas de Bohr sejam incorretos, acreditamos hoje que h realmente uma energia mnima constante, maior do que zero, que um eltron pode ter.

De acordo com Bohr, os tomos no entram em colapso porque eles no podem ter menos energia do que em seu estado fundamental. Muita coisa permanecia sem explicao ou era simplesmente colocado guela abaixo. Erwin Schrdinger, Louis Victor de Broglie e Werner Heisenberg, reunindo os conhecimentos de seus predecessores e contemporneos, acabaram por desenvolver uma nova teoria do modelo atmico, alm de postular uma nova viso, chamada de mecnica ondulatria.

Fundamentada na hiptese proposta por Broglie onde todo corpsculo atmico pode comportar-se como onda e como partcula, Heisenberg, em , postulou o princpio da incerteza. A idia de rbita eletrnica acabou por ficar desconexa, sendo substituda pelo conceito de probabilidade de se encontrar num instante qualquer um dado eltron numa determinada regio do espao.

O tomo deixou de ser indivisvel como acreditavam filsofos gregos antigos e Dalton. O modelo atmico portanto, passou a se constituir na verdade, de uma estrutura mais complexa. Orbital a regio onde mais provvel encontrar um letron. Dirac calculou estas regies de probabilidade e determinou os quatro nmeros qunticos, que so: principal, secundrio, magntico e de spin.

Nmero quntico principal n : este nmero quntico localiza o eltron em seu nvel de energia. Ele assume valores que vo de 1 at o infinito, mas para os tomos conhecidos atualmente com, no mximo, 7 camadas teremos uma variao de 1 at 7. Pode assumir valores que vo desde ZERO at n - 1. Os subnveis so representados pelas letras minsculas s, p,d, f, g, h, i, etc Podemos ento citar, neste momento, como se executa a distribuio eletrnica de um determinado tomo.

Para se proceder a distribuio eletrnica de um elemento qumico necessrio conhecer seu nmero atmico Z que corresponde ao nmero de prtons no seu ncleo.

Desta forma, se o elemento estiver eletricamente neutro, conclui-se que o nmero de eltrons igual ao nmero de prtons. Caso o elemento qumico tiver cargas positivas, significa que o nmero de eltrons deste tomo ser o nmero Z menos o nmero de cargas, por outro lado, se a carga eltrica do elemento for negativa, ento o nmero de eltrons que ele possui ser o nmero Z mais a sua s carga s.

Para se fazer uma distribuio eletrnica importante lembrar que os eltrons de uma espcie qumica no podem ficar espalhados aleatoriamente, em qualquer lugar em torno do ncleo. Os eltrons s podem ficar nas regies que forem efetivamente definidas pelos orbitais.

Assim, como cada tomo apresenta um certo nmero de orbitais atmicos, deve haver uma seqncia definida de preenchimento destes orbitais pelos eltrons do elemento. Essa ordem obedece uma ordem crescente de energia, ou seja, os orbitais que tiverem uma energia menor, devero ser preenchidos primeiro. A ordem de preenchimento dos orbitais definida segundo um diagrama conhecido por diagrama de Linus Pauling: Nmero quntico magntico M : Localiza o eltron no orbital e d a orientao espacial dos orbitais.

Nmero quntico de Spin S : este nmero est relacionado com o movimento de rotao do eltron em um orbital. Lembre-se que a expresso "rotao", aqui utilizada, nos d uma idia do eltron apenas como partcula, s que ele tem comportamento dual de partcula-onda. Na falta de um termo mais apropriado vamos utilizar esta expresso, mas sem esquecer que o eltron no apenas partcula. Regra de Hund Ao ser preenchido um subnvel, cada orbital desse subnvel recebe inicialmente apenas um eltron; somente depois de o ltimo orbital desse subnvel ter recebido seu primeiro eltron comea o preenchimento de cada orbital semicheio com o segundo eltron.

Eltron de maior energia ou eltron de diferenciao o ltimo eltron distribudo no preenchimento da eletrosfera, de acordo com as regras estudadas.

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